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Blog do Café Expresso



ELIANE CAVALCANTE

ELIANE CAVALCANTE

natal eliane

Meu Natal

Estive pensando por muitas semanas sobre o que falar do Natal. Fiz uma breve viagem interior para resgatar fatos importantes que me resgatassem ao espírito natalino de quando era criança. Lembro-me dos presentes bons dos meus tios, da boneca que vinha junto com o Bombril e da cesta de natal da empresa do meu pai, que sempre foi muito farta! Éramos pobres mas tínhamos tudo, principalmente amor.

Hoje vejo as famílias destruindo-se com muita velocidade. As pessoas se apaixonam todo dia, e abandonam seu lares em seguida. Temos de tudo, não passamos necessidade, nem física, nem moral e nem material.  Mas na hora de comer o panetone ainda não temos com quem dividir.

Esperava ser tocada pelo "espírito natalino" mas ele não vinha... Até que chegou o dia que da entrega de presentes numa instituição de caridade. Eu senti o calor do amor incondicional brotando. Os olhos daquelas crianças ansiosas mostravam o amor de verdade, a ansiedade, a expectativa, que hoje só temos quando compramos um carro novo, uma casa nova! Um sorriso já não vale nada, um "bom dia" nem sempre tem resposta. Que mundo!

Mas hoje veio a resposta que eu procurava. Meu amigo Dinis está apaixonado. Ele passou dias floreando palavras! Ele descreveu o cabelo, o perfume e os olhos dela! Ele fez promessas de um mundo melhor e eu vi que podemos ser melhores com coisas simples da vida! O meu maior desejo neste Natal é que consigamos trazer alegria a todos que estão conosco! Feliz Natal!

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Eliane

 

 

 

Outros temas:

Infância - dez/2010


Quando lembro da minha infância fico pensando que tinha mais audácia. Quando não gostava de uma coisa dava um berro enorme. Rs... Se prendiam meu cabelo com força eu gritava AIIIII!!! Se ganhava um presente que não gostava, fazia aquela cara bem familiar, rs... de paisagem... rs... e quando ganhava uma boneca fazia dela filha até cansar. Ah... que saudades da minha boneca feijãozinho!!! Era bom brincar de mãe da rua, pêra-uva-maçã, beijo-abraço-aperto-de-mão. Quem nunca apertou a campainha dos outros e saiu correndo? Depois chegaram as pragas dos gênius, aquele brinquedo que os meus vizinhos ganharam no natal e pronto, acabou com os vôleis na frente de casa. Aos poucos a galera foi crescendo. A Adriana cabeção, casou e acho que deu cabeçada porque separou-se, rs. Eu mesma dei umas 3 cabeçadas também. E quando a gente vai dar uma risadinha tem sempre alguém pra dizer XIUUUUUUUUUUUU... Puxa... ser criança as vezes era bom! Eu pedia mais uma fatia de bolo e nunca me preocupava se ia engordar! Também corria o dia todo e não ficava cansada! Tinha assunto com as amigas o dia inteiro! E no outro dia parecia que nunca havia as visto! Quando a gente cresce veste uma capa criada pela sociedade. Mas ainda dá tempo de se divertir. Eu sou uma palhaça velha. Eu dou risada de mim mesma muitas vezes. E muitas vezes dão risada de mim ou comigo! Eu não me importo! O importante é que a criança ainda está feliz aqui dentro! Beijinhos